Praça do Muro das Lamentações
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Local de culto · Jerusalém
מסגד אל אקצא
Fechado hoje, Sábado. Em seguida, abra Domingo às 07:00 – o planejador não fará uma parada aqui em Sábado.
Planeje em torno dissoResponsabilidade editorial: Mariana Costa · Editora de viagens da Roavina
| Segunda-feira | 07:00 – 14:30 |
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| Terça-feira | 07:00 – 14:30 |
| Quarta-feira | 07:00 – 14:30 |
| Quinta-feira | 07:00 – 14:30 |
| Sexta-feira | Fechado |
| Sábado | Fechado |
| Domingo | 07:00 – 14:30 |
Fechado para visitantes entre 11:00 – 13:30
Verificado em 2026-08-31 · Fonte
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Este local é um Local de culto. Foi fundado em 710. Foi construído no estilo Arquitetura islâmica. Tem a classificação patrimonial Património Mundial da Unesco.
A Mesquita de Al-Aqsa constitui um dos sítios mais sagrados do Islão, ocupando a porção sul do Haram al-Sharif, ou Monte do Templo, na Cidade Velha de Jerusalém. A mesquita de cúpula prateada serve como local de culto e peregrinação para muçulmanos em todo o mundo. A sua significância histórica e religiosa estende-se ao longo de séculos da história estratificada de Jerusalém. O complexo da mesquita representa um ponto focal de devoção espiritual e identidade cultural dentro da paisagem urbana contestada. Os visitantes que se aproximam deste sítio devem reconhecer a sua profunda sensibilidade e as complexas dinâmicas políticas e religiosas que envolvem o acesso e a administração.
Verificado em 2026-08-26
O salão de oração interior apresenta colunatas, arcos e mihrab indicando a direção da qibla. O tecido arquitetónico da mesquita reflete múltiplos períodos de construção, restauro e adaptação. As vastas câmaras subterrâneas e arcadas contribuem para o seu caráter espacial. O recinto mais amplo do Haram al-Sharif abrange a Cúpula da Rocha, fontes, jardins e outras estruturas de importância religiosa e histórica. O acesso de visitantes não muçulmanos a espaços interiores é restrito e sujeito a regulamentos prevalecentes. Os elementos materiais da mesquita—pedra, madeira e superfícies decorativas—transportam ressonância histórica acumulada que a observação cuidadosa pode parcialmente transmitir.
Verificado em 2026-08-26
A duração da visita varia substancialmente consoante as circunstâncias individuais, permissões de acesso obtidas e condições prevalecentes no momento da entrada. Aqueles com acesso concedido à plataforma do Haram al-Sharif podem necessitar de trinta minutos para circunambulação ou várias horas para envolvimento contemplativo com o conjunto. Procedimentos de segurança, formação de filas e densidade de multidão introduzem variáveis temporais imprevisíveis. Os visitantes devem alocar horários flexíveis em vez de itinerários fixos. Os bairros circundantes da Cidade Velha merecem exploração prolongada, embora isto se estenda além da própria mesquita. O planeamento sensato acomoda potencial negação de acesso ou alterações operacionais súbitas sem arranjos alternativos.
Verificado em 2026-08-26
Horas confirmadas pelo operador Não registadas pendente revisão. Os regimes de acesso para visitantes não muçulmanos flutuam consoante determinações administrativas, variações sazonais e avaliações de segurança. Padrões históricos sugerem horários matinais restritos em certos dias da semana, embora estes padrões careçam de continuidade garantida. Os fiéis muçulmanos acedem à mesquita de acordo com horários de oração e observâncias do calendário religioso. O Ramadão e as orações congregacionais de sexta-feira intensificam o uso devocional. Os visitantes potenciais devem consultar fontes atuais autoritativas antes de viajar, reconhecendo que a informação publicada pode tornar-se obsoleta. Considerações meteorológicas incluem calor intenso de verão e precipitação de inverno afetando condições da plataforma exterior e conforto pessoal.
Verificado em 2026-08-26
Preços confirmados pelo operador Não registados pendente revisão. A própria mesquita não opera bilheteira de admissão convencional para os fiéis. O acesso de visitantes não muçulmanos ao recinto do Haram al-Sharif pode não implicar taxa direta ou pode requerer arranjos através de intermediários consoante os protocolos atuais. Serviços de visitas guiadas na área circundante operam sob acordos comerciais separados. Quaisquer transações de pagamento devem ser abordadas com verificação apropriada. Os visitantes devem portar documentos de identificação conforme exigido pelos procedimentos de segurança. A ausência de informação de preços padronizada reflete a governação politicamente e administrativamente complexa deste sítio sagrado em vez de infraestrutura turística convencional.
Verificado em 2026-08-26
A mesquita situa-se dentro da Cidade Velha murada de Jerusalém, acessível através de vários portões, incluindo o Portão Marroquino e o Portão da Corrente para quem possui acesso permitido. A rede viária circundante compreende vielas estreitas, passagens em escada e artérias congestionadas. Serviços de autocarros públicos operam até pontos de proximidade fora das muralhas. A pé a partir do Portão de Jafa ou do Portão de Damasco implica navegar pelo labiríntico interior da Cidade Velha. Veículos de táxi e transporte por aplicação acedem a locais próximos limitados. Desafios de mobilidade física surgem do pavimento irregular, escadas e condições de lotação. A sinalização pode revelar-se inadequada; a orientação requer atenção ou guia local. Pontos de controlo de segurança pontuam as rotas de acesso.
Verificado em 2026-08-26
Presença de segurança intensificada e procedimentos de verificação de identidade afetam todos os visitantes. Códigos de vestuário exigem cobertura modesta; requisitos específicos aplicam-se em sítios religiosos. Manifestações políticas, tensões ou incidentes de segurança podem precipitar suspensão súbita de acesso ou encerramento de área. Restrições fotográficas aplicam-se em certas zonas com variabilidade de aplicação. Solicitação comercial agressiva caracteriza as ruas de mercado circundantes. Sensibilidades religiosas exigem comportamento que evite comportamento, vestuário ou símbolos visíveis provocadores. O ambiente físico apresenta riscos de tropeço, exposição solar e riscos de esmagamento por multidão. A disponibilidade de água e sustento dentro dos recintos imediatos pode ser limitada. O acesso a emergências médicas enfrenta constrangimentos logísticos dentro do tecido urbano denso.
Verificado em 2026-08-26
A prática fotográfica exige consciência situacional contínua e respeito pela privacidade dos fiéis e concentração devocional. Restrições explícitas podem aplicar-se a espaços interiores e estão sujeitas a aplicação pelas autoridades de custódia. A cúpula dourada da Rocha e a cúpula prateada de Al-Aqsa apresentam vistas exteriores icónicas de vários ângulos da plataforma e pontos elevados circundantes. A iluminação ao amanhecer e ao entardecer transforma o caráter visual. A utilização de tripé pode atrair escrutínio ou proibição. A operação de drones é desaconselhável e provavelmente ilegal. A partilha de imagens nas redes sociais deve considerar as implicações de segurança e sensibilidades locais. A discrição e a busca prévia de permissão representam prática prudente em todo o momento.
Verificado em 2026-08-26
O acesso para não muçulmanos é restrito e sujeito a regulamentos em mudança. A entrada no recinto do Haram al-Sharif pode ser permitida durante horários específicos, enquanto a entrada no interior da mesquita é geralmente proibida para não muçulmanos. As condições atuais devem ser verificadas antes da visita.
Vestuário modesto cobrindo braços e pernas é essencial. Requisitos específicos podem aplicar-se nos pontos de controlo de segurança. Os visitantes devem evitar vestuário com imagens ou mensagens potencialmente provocadoras.
As condições de segurança flutuam. A área experiencia tensões periódicas e incidentes de segurança. Os visitantes devem monitorizar avisos de viagem atuais, seguir instruções das autoridades e exercer vigilância intensificada.
A Cidade Velha é acessível a pé desde locais centrais. Autocarros servem áreas circundantes. A entrada através dos portões apropriados depende das permissões de acesso. A navegação dentro da Cidade Velha requer atenção devido a padrões de ruas complexos.
Operadores turísticos em Jerusalém oferecem serviços relacionados com sítios da Cidade Velha. O acesso guiado direto à própria Mesquita de Al-Aqsa é limitado. Os visitantes devem verificar credenciais e permissões atuais de qualquer guia.
Ambas as estruturas ocupam o Haram al-Sharif, ou Monte do Templo. A Cúpula da Rocha é um monumento distinto com a sua própria significância religiosa. Partilham a mesma plataforma elevada mas servem funções diferentes dentro da tradição islâmica.
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Última atualização:
Fonte: Colaboradores do OpenStreetMap, Wikidata ·