Revolução Egípcia de 2011
- Imperdível
- Monumento histórico
Idioma · 11 publicado
Local de natureza · Cairo
حديقة الأندلس
Responsabilidade editorial: Mariana Costa · Editora de viagens da Roavina
| Segunda-feira | 09:00 – 23:59 |
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| Terça-feira | 09:00 – 23:59 |
| Quarta-feira | 09:00 – 23:59 |
| Quinta-feira | 09:00 – 23:59 |
| Sexta-feira | 09:00 – 23:59 |
| Sábado | 09:00 – 23:59 |
| Domingo | 09:00 – 23:59 |
Verificado em 2026-08-31 · Fonte
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Este local é um Parque.
O Jardim Al-Andalus é um jardim público compacto situado na margem oriental do rio Nilo, no centro do Cairo, imediatamente junto à Ponte Qasr El Nil. O seu nome local é حديقة الأندلس. O jardim ocupa uma posição ribeirinha na zona central, oferecendo aos pedestres uma pausa verde durante caminhadas pela Corniche do Nilo. Diariamente, das 09:00 às 00:00. A Governadoria do Cairo reabriu o jardim em novembro de 2024. O projeto responsável, Specialized Gardens Project, funciona durante toda a semana, pelo que não existe um dia semanal de encerramento. A entrada geral custa EGP 10 por pessoa.
Verificado em 2026-08-31 · Fonte
O jardim contém elementos típicos de paisagismo municipal, incluindo relvados, árvores e caminhos pavimentados adequados a breves paragens recreativas. Sendo um jardim compacto, as suas características estão dimensionadas para a sua área ribeirinha, e não para coleções botânicas extensas. A proximidade da Ponte Qasr El Nil significa que o jardim se encontra numa das zonas mais movimentadas do centro do Cairo. Não estão documentados nas fontes disponíveis monumentos distintos, museus ou instalações especializadas. Os visitantes devem esperar comodidades normais de um parque urbano, e não exposições botânicas ou históricas com curadoria. A Governadoria do Cairo reabriu o jardim em novembro de 2024. O projeto responsável, Specialized Gardens Project, funciona durante toda a semana, pelo que não existe um dia semanal de encerramento.
Verificado em 2026-08-31 · Fonte
Uma visita ao Jardim Al-Andalus adequa-se a pausas breves, e não a excursões prolongadas. O jardim funciona como um espaço de descanso durante itinerários mais longos que ligam a Praça Tahrir, o Museu Egípcio ou os passeios da Corniche. Os viajantes que integrem esta paragem numa exploração mais ampla do centro devem reservar tempo proporcionalmente à sua dimensão. Não estão registadas visitas guiadas nem atividades programadas que exijam durações fixas. A entrada geral custa EGP 10 por pessoa. A descrição oficial do jardim identifica quatro caminhos ascendentes com degraus que conduzem ao nível superior, pelo que nem todas as áreas para visitantes são acessíveis sem degraus. O nível superior tem caminhos pavimentados com mármore e azulejos multicoloridos, além de assentos de mármore.
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Os visitantes não devem confiar em horários presumidos. O clima do Cairo apresenta verões quentes e invernos amenos; os espaços exteriores tornam-se desconfortáveis durante o pico de calor do meio-dia, de maio a setembro. A localização central do jardim significa que este acompanha o ritmo urbano do Cairo, com uma atratividade potencialmente reduzida durante os congestionamentos da hora de ponta. Os viajantes devem confirmar o estado atual através de informações locais antes de planear a visita. Diariamente, das 09:00 às 00:00. A descrição oficial do jardim identifica quatro caminhos ascendentes com degraus que conduzem ao nível superior, pelo que nem todas as áreas para visitantes são acessíveis sem degraus. O nível superior tem caminhos pavimentados com mármore e azulejos multicoloridos, além de assentos de mármore.
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Muitos pequenos jardins municipais do Cairo funcionam com taxas de entrada mínimas ou sem taxas, mas não se pode presumir que esse padrão se aplique especificamente ao Jardim Al-Andalus. Os visitantes devem levar notas e moedas de pequeno valor em libras egípcias para eventuais cobranças nominais. Não estão documentados sistemas de reserva antecipada nem plataformas de bilhetes online. A entrada geral custa EGP 10 por pessoa. A descrição oficial do jardim identifica quatro caminhos ascendentes com degraus que conduzem ao nível superior, pelo que nem todas as áreas para visitantes são acessíveis sem degraus. O nível superior tem caminhos pavimentados com mármore e azulejos multicoloridos, além de assentos de mármore. Mohamed Bek Zulfikar criou o jardim em 1935, no final do reinado do Rei Fuad I.
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A posição do jardim junto à Ponte Qasr El Nil coloca-o num importante marco do centro da cidade. A ponte liga a Ilha Gezira à margem oriental, tornando o jardim acessível a partir de ambas as direções. A Praça Tahrir fica a uma curta distância a pé, a sudeste. O jardim situa-se na Rua Saraya Al Gezira, em Zamalek, junto à New Opera Square e à extremidade oriental da Ponte Qasr El Nil. A chegada indicada por transporte público é a estação Opera, na Linha 2 do Metro do Cairo; a Governadoria do Cairo identifica-a como a estação de metro mais próxima de Zamalek e da Corniche do Nilo.
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Aplicam-se as precauções habituais de um parque urbano nesta localização central junto ao Nilo. A proximidade do tráfego intenso da ponte e da Corniche significa que a qualidade do ar e os níveis de ruído refletem as condições do centro do Cairo. Os visitantes devem manter-se atentos aos seus pertences em qualquer espaço público. A margem ribeirinha exige cautela adequada, especialmente no caso de crianças. A descrição oficial do jardim identifica quatro caminhos ascendentes com degraus que conduzem ao nível superior, pelo que nem todas as áreas para visitantes são acessíveis sem degraus. Mohamed Bek Zulfikar criou o jardim em 1935, no final do reinado do Rei Fuad I. Foi o primeiro jardim do Egito registado como monumento na lista de antiguidades islâmicas e coptas.
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A posição do jardim voltada para o Nilo oferece possibilidades de enquadramento com o rio, a estrutura da ponte e a Ilha Gezira ao fundo. As horas de luz do dia proporcionam iluminação natural da água e do horizonte urbano. A dimensão compacta limita a variedade composicional no interior, embora o contraste entre a vegetação e a infraestrutura urbana possa interessar a alguns fotógrafos. Não estão registadas restrições à fotografia, embora se aplique o respeito habitual pelos outros visitantes. O uso de tripé para exposições noturnas pode atrair a atenção da segurança nesta zona central sensível. A segurança do equipamento merece atenção em espaços públicos movimentados. Foi o primeiro jardim do Egito registado como monumento na lista de antiguidades islâmicas e coptas.
Verificado em 2026-08-31 · Fonte
Mohamed Bek Zulfikar criou o jardim em 1935, no final do reinado do Rei Fuad I.
Foi o primeiro jardim do Egito registado como monumento na lista de antiguidades islâmicas e coptas.
A secção sul, chamada Arab Paradise Garden, segue o estilo dos jardins andaluzes do sul de Espanha.
Uma estátua do poeta Ahmed Shawqi, da autoria do escultor egípcio Mahmoud Mokhtar, encontra-se sob o pavilhão andaluz decorado.
Cinco esculturas de leões alimentam uma piscina retangular rebaixada que contém duas fontes de mármore.
A secção norte contém um portal faraónico, um modelo da estátua Sheikh el-Balad, palmeiras reais e réplicas de estátuas faraónicas.
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Fonte: Colaboradores do OpenStreetMap, Wikidata ·