Placa comemorativa de Pietro Metastasio
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Monumento histórico · Innere Stadt, Viena
Responsabilidade editorial: Mariana Costa · Editora de viagens da Roavina
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Defina o tipo de grupo como família no planejador e os contratos da janela diária para cerca de três quartos de um dia individual.
Este local é um Atração. Foi fundado em 1911. Foi projetado por Ernst Epstein.
A Looshaus é o edifício comercial e residencial de Adolf Loos, construído entre 1909-1911 na Michaelerplatz 3, diretamente em frente ao portão Michaelertor do Hofburg. Foi construído para a empresa de alfaiataria e vestuário Goldman & Salatsch e tornou-se um dos edifícios mais controversos da história de Viena poucas semanas depois de serem retirados os andaimes.
Loos colocou uma fachada simples, sem ornamentação e revestida de reboco nos pisos superiores, sem frontões nem molduras nas janelas, sobre um rés do chão e um mezanino revestidos de mármore Cipollino polido com colunas dóricas. Críticos e caricaturistas vienenses ridicularizaram os pisos superiores nus, comparando-os a uma tampa de esgoto ou a uma fábrica inacabada, e o edifício adquiriu a alcunha Haus ohne Augenbrauen — a casa sem sobrancelhas — devido à ausência de enquadramentos decorativos nas janelas. A Wikipédia regista a anedota persistente e amplamente repetida de que o imperador Franz Joseph considerava o edifício tão ofensivo quando o via a partir do Hofburg que mandou manter fechadas as cortinas desse lado do palácio e começou a utilizar uma saída diferente.
A construção foi interrompida durante meses em 1910, enquanto a cidade retinha a licença de construção e Loos era obrigado a acrescentar floreiras como concessão. Atualmente, o edifício está protegido como monumento classificado e é interpretado como uma declaração precoce e deliberada da posição de Loos de que o ornamento é um crime, formulada uma década antes de escrever o ensaio com esse nome.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
O rés do chão e o mezanino foram construídos como uma loja de alfaiataria e vestuário masculino para a Goldman & Salatsch, com o interior revestido de mármore e ladeado por colunas que hoje continua a ser o espaço mais visto do edifício. Os quatro pisos superiores foram construídos como apartamentos para arrendamento, sem relação funcional com a loja abaixo.
O rés do chão funciona agora como uma agência bancária, e o salão de mármore com as suas colunas dóricas é o espaço onde um visitante sem residência ou escritório nos pisos superiores pode realmente entrar. Os pisos superiores continuam a ser escritórios e apartamentos privados e não estão abertos ao público sob nenhuma forma — não existe uma visita museológica ao interior da Looshaus.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
Observar o exterior a partir da Michaelerplatz e comparar a fachada com o portão do Hofburg em frente demora dez a quinze minutos. Entrar no salão bancário do rés do chão para ver o mármore e as colunas acrescenta mais cinco a dez minutos, e apenas durante o horário de funcionamento do próprio banco. Não há uma visita guiada ao interior com bilhete para incluir no planeamento.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
O exterior é visível e fotografável a qualquer hora; a Michaelerplatz é uma praça pedonal aberta. A vista do interior limita-se aos dias e horários em que a agência bancária do rés do chão está aberta ao público, algo que este guia não regista aqui porque o horário de uma agência pode mudar sem que essa alteração chegue à Wikipédia ou às fontes específicas sobre a Looshaus — consulte o horário afixado pela própria agência no dia da visita, em vez de confiar num horário impresso.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
Não há taxa de entrada nem bilhete, porque não existe nada sujeito a bilhete: o exterior é uma fachada voltada para uma rua pública e o rés do chão é uma agência bancária em funcionamento, não um museu. Um visitante não realiza qualquer transação para observar o salão de mármore durante o horário de funcionamento, mas encontra-se ali como estaria um cliente do banco, não como visitante pagante de uma atração.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
A Michaelerplatz situa-se na extremidade ocidental da Innere Stadt, no ponto de encontro da Herrengasse, da Kohlmarkt e do Michaelertor do Hofburg. A linha U3 para na Herrengasse, a três minutos a pé, e a praça também é servida por linhas de elétrico e pelas linhas D e 1/2, que circulam ao longo da Ring, a uma curta caminhada dali. Fica dentro do núcleo de Viena com prioridade para peões, por isso a maioria dos visitantes chega a pé pela Kohlmarkt ou pelo Hofburg, em vez de utilizar uma paragem de transporte diretamente junto à praça.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
O edifício é uma agência bancária em funcionamento, não uma atração patrimonial com infraestrutura para visitantes — não há loja, sinalética que explique a controvérsia nem guia no local. Não é possível entrar no salão bancário fora do horário comercial, e a agência fecha nos feriados públicos austríacos e aos domingos, como qualquer agência bancária. A fotografia a partir da praça não tem restrições; a fotografia dentro do salão bancário deve ser tratada como seria em qualquer banco, já que é um local de atividade comercial com clientes presentes, não um interior de museu.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
A fotografia clássica é o contraste entre fachadas: os pisos superiores sem ornamentação da Looshaus, revestidos de reboco, contra a cúpula barroca ornamentada do Michaelertor do Hofburg, diretamente do outro lado da praça — precisamente a justaposição que provocou a controvérsia dos anos 1910. A luz da manhã vem de leste e atravessa a praça antes do meio-dia, momento em que o rés do chão em mármore também recebe mais luz refletida para uma fotografia através das janelas. A praça é suficientemente pequena para que seja necessária uma objetiva grande angular ou um panorama composto para incluir toda a fachada e o portão em frente no mesmo enquadramento.
Verificado em 2026-08-24 · Fonte
Apenas no rés do chão, que é uma agência bancária em funcionamento e pode ser visitado durante o seu próprio horário de funcionamento. Os quatro pisos superiores são escritórios e apartamentos privados e nunca estão abertos ao público.
Porque Adolf Loos deixou as janelas dos pisos superiores sem frontões nem molduras, o que os críticos interpretaram como um rosto nu e sem ornamentação, sem as linhas decorativas semelhantes a sobrancelhas que todos os outros edifícios da praça apresentavam.
A Wikipédia regista o relato amplamente repetido de que mandou manter fechadas as cortinas do Hofburg desse lado e começou a utilizar uma saída diferente; trata-se de uma anedota transmitida na história do edifício, não de um decreto documentado.
Não. Não existe um interior sujeito a bilhete — o rés do chão é uma agência bancária onde um visitante pode entrar durante o horário comercial, e o exterior é uma fachada voltada para uma rua pública.
Para a empresa de alfaiataria e vestuário masculino Goldman & Salatsch, que ocupava o rés do chão e o mezanino; os pisos superiores foram construídos como apartamentos para arrendamento.
Herrengasse, na linha U3, a cerca de três minutos a pé através da Michaelerplatz.
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Fonte: Colaboradores do OpenStreetMap, Wikidata ·